Conjunção em português, temporal e condicional

Embora pouco compreendida, a conjunção é muito empregada no idioma português para fazer associação ou ligação entre sentenças. Veja as várias formas de usá-la nas formas temporal e condicional.

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Conjunção é uma a palavra relacional, que na sentença liga duas orações, é utilizada como um componente de associação. Embora pouco compreendida, ela é muito empregada na língua portuguesa, inclusive no português do cotidiano que é aquele que usamos tanto na escrita como na fala do dia-a-dia.

Por exemplo:

A partir desta ilustração, três dados podem ser absorvidos:

Todos os dados são organizados em torno de um verbo: segurou, acenou, viu. Por isso, existem três orações nesta frase:

A segunda frase está conectada a primeira por métodos para "e" e a terceira frase está conectada ao segundo por intermédio do "quando". As palavras "e" e "quando", desta forma, reúnem as orações.

Exemplos:

Nessa expressão, as declarações de natação, de futebol são partes ou termos de uma mesma frase. Consequentemente, "e" está unindo termos de uma oração semelhante.

Conjunção é a palavra que não varia e que interagem duas frases ou dois termos comparativos de uma frase semelhante.

Conjunção em português

Conjunção Temporal

Temporal: palavras presentes em orações que exprimem o tempo, por exemplo, quando, enquanto, logo que, mal (logo que), assim que, desde que, sempre que, antes que, depois que, agora que, até que, ao mesmo tempo em que, toda vez que.

Exemplos:

Conjunção Condicional

Condicional: começa as orações que expressam condição ou especulação. Elas são: se, caso, salvo se, contanto que, sem que (igual a se não), desde que, a não ser que, a menos que, dado que.

Exemplos:

A conjunção quando: Temporal e condicional

Observe a frase “Só aceite na fumaça quando vê fogo”.

Quando é a conjunção apresenta uma oração subordinada temporal e tem uma função indistinguível de qualquer outra conjunção temporal, que é a adverbial de localização temporal, uma vez que dá as direções fugazes que nos permitem pôr no tempo a oração principal:

O que essas frases têm da em comum é o relato de ocasiões passadas.

Na frase exibida, as duas circunstâncias são comunicadas no presente. Atualmente, o presente é multifuncional e, apenas em contextos específicos, comunica os movimentos que estão ocorrendo na elocução.

Na frase, o presente oferece uma descrição não específica, descrevendo. A tal ponto, é concebível que ajunte uma palavra intensificando a recorrência e o habitual:

"Normalmente / tipicamente / regra geral /de modo geral, a fumaça é aceita em geral quando você vê fogo" ou "Em qualquer ponto em que você vê fogo, você aceita a fumaça".

Seja como for, o valor temporal da conjunção permanece e pode ser resumida nestes termos:

Há (e será) um número ilimitado de vezes, em um intervalo de tempo não delimitável, em que a mudança de "não aceitar" para "aceitar" acontece no minuto X, onde X = quando ele vê fogo.

Então, como aparece o valor condicional na frase? Pela atividade do advérbio só: é ele quem constrói a relação de dependência/exclusividade entre "ver fogo" e "aceitar", o que induz na elucidação da interpretação primária como estado da segunda.

 


 
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