O que é energia de biomassa

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A biomassa é a matéria orgânica que é produzida por nós e pode ser de origem vegetal ou animal (como esterco, restos de plantas e alimentos, por exemplo), e a energia vem da sua utilização, podendo gerar energia mecânica, elétrica ou calor. Ela se transforma em energia através dos processos de combustão, gaseificação, na produção de substâncias líquidas ou na fermentação.

É uma das formas mais primitivas de produção de energia, já que desde a pré-história os homens daquela época usavam gravetos para conseguir gerar calor por meio da combustão. Ela também é utilizada para produzir energias sólidas como: o carvão; o biogás (que vem dos aterros sanitários) e para produzir combustível renovável (como o biodiesel e o etanol).

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, no Brasil a energia de biomassa representa 25.4% da produção energética de nosso país na atualidade. É importante dizermos que esse tipo de energia é ecológica, pois favorece a diminuição de CO2 no ar, reduzindo os níveis de poluição. Além disso, como há a utilização de materiais que iriam para o lixo, reduz a quantidade nos acervos e melhora a limpeza das cidades de uma forma geral.

O que é energia estática

Energia estática

A energia estática é a eletricidade quando se encontra em equilíbrio, ou seja, sem se movimentar de um corpo para o outro. O próprio nome diz “estática”, que quer dizer parada, pois quando está em movimento, é a eletricidade dinâmica. As cargas elétricas se acumulam e podem se manifestar em qualquer material. Normalmente ela acontece em nosso dia a dia de maneira espontânea, com a geração de atrito entre os materiais. A área da física que estuda a energia estática é a eletroestática. Os processos de eletrização são três: atrito, condução (contato entre os materiais) e indução.

Geralmente os fenômenos da energia estática podem ser mais facilmente observados em locais de clima mais seco, onde a umidade relativa do ar é baixa. Por exemplo, ao pegarmos uma blusa de lã sintética, dá para ouvirmos pequenos estalos entre os seus fios, por causa das descargas elétricas que ocorrem. No escuro dá para ver que os fios eletrizados soltam faíscas. Uma forma de evitar choques provenientes da energia estática é colocar um aparelho umidificador no local, para que o ar não fique tão seco e o ambiente mais equilibrado. Também podemos citar os raios, que são uma manifestação natural que acontecem devido a eletrização do atrito entre as nuvens.

Existem alguns materiais que possuem condições ótimas para que, se friccionados, sejam carregados positivamente: sua própria mão; algodão; vidro; lã; seu cabelo; nylon; poliéster; borracha endurecida; plástico policloreto de vinila (PVC); papel; seda e pele. Os objetos carregados formam um campo de força invisível ao seu redor. E essa força pode variar de acordo com vários fatores: o formato dos objetos, a distância que foi percorrida e a quantidade de carga. O primeiro cientista a falar a esse respeito foi o físico francês Charles Coulomb, em 1780. Ele percebeu que o produto das cargas varia conforme a força elétrica.

O que é energia elástica

Energia elástica

A energia elástica é o tipo de energia mecânica de uma corda ou de uma mola que possua elasticidade, ou seja, armazenada em corpos elásticos. Ao esticá-los, a tendência é a de que ele retorne à sua formação original. Dessa forma, podemos dizer que há energia armazenada na deformação de materiais estáticos. O cientista experimental inglês Robert Hooke (1635 – 1703) foi o primeiro na ciência a observar o comportamento das molas e uma das principais figuras da revolução científica.

Por esse motivo, a Lei de Hooke é a que verifica a deformação do corpo elástico quando ele se expande, representada matematicamente na seguinte equação: F=K.x. A letra F significa força elástica, a K significa constante elástica e a x significa deformação ou alongamento do meio elástico. Pela equação, podemos afirmar que quanto maior for o valor da constante elástica da mola, a força exercida pela mola quando esticada ou comprimida será sempre maior.

Quando o sinal negativo aparece na equação, indicará sempre que a força estará no outro sentido de deformação da mola. Normalmente o objeto mais utilizado desse estudo costuma ser a mola espiral, já que ela é flexível se alonga sem problemas.


 
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